segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

weird pain

Gostava de compreender a minha necessidade de me fazer sofrer.
Sabia que ia ler algo que não queria, sabia que ia sofrer.
"Só abrir não faz mal, não vou ver nada que me faça sofrer", pensei.
"... por mim ficava aqui a noite toda..."  provou o contrário.
Burra.
Estúpida.
Mas mais que isso, masoquista.

Já tiveste a prova antes, porque é que não aprendes com os erros Joana?

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Joana

Breathe. You're normal. Don't be stupid. Don't be insecure. You have value, stop second guessing!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

bad day

amargo sentimento que desapontei alguém vai embora, por favor.
desapontei-me a mim, desapontei-te a ti, e desapontei-o a ele.
"pessoas caladas têm mentes barulhentas" não é?
pois bem hoje estou aos gritos! na minha aparente apatia estou frustrada.
estou triste. estou a fazer uma tempestade num copo de água.
oh como eu adoro esta minha maneira de ser!
talvez amanhã o dia volte a ter cor, em vez do cinzento quase preto de hoje.


domingo, 2 de novembro de 2014

everything or anything

Por vezes acho que me pedes o tudo ou o nada.
Que me atire de cabeça de novo.
Não sei se sou capaz, sabes, agora que sei o que custa bater com a cabeça no fundo da piscina creio que tenho medo de mergulhar fundo.
No entanto percebo o teu lado, juro que sim.
Quem perdoa não pode estar sempre de pé atrás porque isso só demonstra que não perdoou.
É uma situação complicada, mas que esperava eu de nós?
Sempre complicamos o que é fácil.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

kiss kiss bang bang

Tens noção do quão viciante tu és?
Não, não tens, mas fica sabendo que o és. És a minha droga.
Considero-me algo dependente de ti, e é disso que tenho medo.
Há mais de um mês, quando caí em mim, chorei tanto que me assustei.
Não dei por mim a apaixonar-me daquela maneira.
Mas apaixonei. Ainda o estou.
Só que agora que sei o que custa ver-te fugir, tenho medo que aconteça de novo.
Daí fugir dos teus beijos, se os dosear a adição não é tão grande, acho.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

someone's bound to get burned

"Where there is desire there is gonna be a flame
Where there is a flame someone's bound to get burned
But just because it burns doesn't mean you're gonna die
You gotta get up and try"

No entanto fica a dúvida: queres mesmo estar comigo, ou simplesmente não conseguiste quem querias? Será que me vou queimar? Tenho medo.


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

(des)ilusion

A tarde de hoje parece-me uma lembrança, não recente, mas de tempos passados.
Algo que faríamos, sem dúvida, o ano passado.
Nada demais, um simples passeio pelo parque que tão nosso é, sem fazer mais do que conversar.
Tinha tantas saudades disto.
De quando deitas a cabeça no meu colo e ficamos a olhar para o nada ou a falar.
De quando olhas para mim como que a desafiar-me.
De quando me beijas a testa como jeito de me acalmares.
Enfim, saudades tuas.
No entanto este medo de me desiludir a qualquer momento não desaparece.
Terá sido a tarde de hoje apenas uma ilusão?

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

i'm a mess

Tudo o que me falta é coerência.
Uma frase para ter sentido tem que ter principio, meio e fim.
Um texto para ter sentido tem de ter uma estrutura, mas um desenvolvimento coerente, não coisas como "vai à frente e volta atrás e volta não sei onde".
Eu, para ter sentido, sinceramente não sei do que preciso.
Quando estou sozinha, quando caio em mim, percebo isso.
Tenho tanto medo de mim. De me magoar.
Odeio sentir que não tenho o poder.
Odeio ter sentimentos.
Odeio sentir-me assim insegura, mas mais que isso, esperançosa.
Não me desiludas.

sábado, 11 de outubro de 2014

stupid stupid stupid

Eu não me entendo.
Sou de fases, sempre o fui, mas agora estou por demais!
Cada dia é um dia, e agora mais que nunca tenho que enfrentar um de cada vez, como os bêbados o fazem.
Decidi pôr-te à prova, a ti e a mim.
Se eu não dissesse nada, será que tu dizias?
Como sempre criei expectativas e desiludi-me.
Já devia ter aprendido a lição não? Parece que não.
Hoje não resisti, liguei-te, tinha pretexto para fazer uma chamada rápida e aproveitei.
Não atendeste, pensei "até foi melhor assim". Ligaste de volta e o meu "oi" saiu mais estridente do que era suposto.
Ainda não foi desta que o som da tua voz não me fez ficar tonta.
Ainda não foi desta que deixaste de mexer comigo, infelizmente.
Pelo menos a chamada só durou um minuto por minha iniciativa, afinal a minha vontade sempre conta algo, por muito pouco que seja.

domingo, 5 de outubro de 2014

pride

Suponho que seja orgulho.
Suponho que seja dificil para ti como o é para mim.
Pelo menos gostava que fosse, significa que ainda tens sentimentos.
O que se passa ao certo não sei, mas que merda de reação foi aquela?
Desculpa a brusquidão, mas foi exactamente o que se passou: uma reação estúpida!
Não entendi, e não entendo já à um mês o que se passa comigo, contigo, conosco, mas uma coisa é certa: tenho de parar de pensar no nós.
"Já não existe nós, Joana, entende isso".
Tenho que me afastar, tenho de dar tempo, afinal foi apenas isso que sempre foi pedido.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

moving backwards

Sinceramente não te entendo: queres ou não queres?
Uns dias sim, uns dias não, outros dias divertes-te só a provocar-me.
Uns dias mereces um beijo, noutros um estalo. E pior: os estalos andam a ganhar aos beijos!
Sinceramente começo a perder a paciência contigo, porque fazes com que eu não pense.
Eu preciso de ser racional, não pensar não costuma resultar.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

what if

Engraçado como as certezas não são tão certas assim.
Porquê? Fácil, porque "a culpa é tua"!
Estar contigo parece tão certo no meu coração mas tão estranho no cérebro.
Queria ser racional, perceber que tu me causas dúvidas e como o mundo é feito de certezas afastar-me e ser como a matemática - certa.
No entanto, não o consigo fazer. Nem sei se tento às vezes.
Quando estou sozinha, em Lisboa, é fácil não pensar.
Quando estou relativamente perto de ti, tudo o que quero é estar contigo.
"Ele era o meu menino" dei por mim a dizer quando me perguntaram porque mexes tanto ainda.
Pois bem, sim, "és especial", e mesmo fazendo de tudo para mudar isso no meu coração não consigo.
E agora?

Às vezes gostava que lesses tudo isto, mas mais que isso, de poder ler-te o pensamento.

domingo, 21 de setembro de 2014

pretending not to feel alone

E já foram três semanas, já tenho todas as certezas que precisava.
Acho que o meu cérebro já o aceitou, embora o coração seja mais teimoso.
E embora o cérebro o tenha aceite, estar sozinha ainda é complicado.
Estar sozinha não tem de implicar sentir-me sozinha, certo?
Racionalmente faz sentido, e eu sei disso, mas agora não é assim que me sinto.
"Os fins-de-semana custam tanto a passar" e nunca te dei tanta razão como agora.
Fico feliz por tu não estares a passar pelo mesmo.

sábado, 13 de setembro de 2014

hate u, or maybe not

O mais dificil de tudo é continuar a gostar tanto de ti.
É sorrir e sentir calor cada vez que recebo uma mensagem tua.
É sentir um arrepio, ou borboletas, cada vez que recordo um momento.
É sonhar que me pedes desculpa, dizes que me amas e me beijas como antes.
É acordar triste porque nunca mais vou reviver um momento, ou um abraço como no sonho.
Quero ser tua amiga, racionalmente, mas quero tanto mais que isso de coração.
Falar contigo é tão fácil, estar contigo é tão bom, mas porque será que dá sempre em discussão?
Neste momento acho que és a única razão pela qual estar em Lisboa não é tão maravilhoso assim.
Talvez se tivesse algo contra ti fosse mais fácil, mas não, sei que te preocupas comigo e isso só torna tudo mais dificil.
Odeio isto, mas não te odeio a ti, infelizmente.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

dumb girl

Sou fraca.
Quero que tenhas saudades minhas.
Quero voltar atrás no tempo.
Quero mandar-te mensagem.
Quero saber o que se passou hoje.
Quero saber o que te vai na cabeça.
Quero-te.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

f*ck

O chão debaixo dos meus pés ruiu.
Não vás embora, mas não fiques.
Pára o tempo e finge que não tens dúvida.
Diz-me que me amas, mas não me ames, vai embora e não me faças sofrer.
Aaaaah, merda, odeio ter sentimentos.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

breath

Morder o lábio.
Roer as unhas.
Coçar o braço.
Controlar a respiração.
Respira.
Não fiques ansiosa, vai correr bem!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

i miss you

Não sei se é a nostalgia por ter acabado outro livro.
Invariavelmente envolvo-me na história de um modo medonho.
Neste caso que sei eu de ser mãe? Ou de não ter pai? Ou de ser bombeiro?
Nada. Tão simples quanto isso. No entanto, mal a desgraça desabou sobre aquelas personagens já tão familiares, já tão minhas, chorei como já não o fazia há algum tempo.
Hormonas, desajuste, parvoíce, não sei, mas hoje mais que nos últimos dias que passam tão devagar tive saudades tuas no sentido literal da palavra.
Queria estar envolta no teu abraço. No melhor abraço do mundo, só porque és tu quem o dá.
Basicamente quero-te de volta, nada mais.

sábado, 14 de junho de 2014

dear mr t



roubaste o meu coração, até quando não o sei, mas já não me pertence. no entanto não tenhas medo, eu não o quero de volta mesmo.

não quero pensar nos "e se", que se lixe o epicurismo, quero aproveitar ao máximo!
como tu disseste: do amanhã não temos a certeza, mas que gostamos um do outro, hoje, não há qualquer dúvida.
amo-te

segunda-feira, 9 de junho de 2014

hey june

hey june, don't make it bad
take a medium grade and make it better
remember is college dream in your heart
then you can start to study better

hahaha

quarta-feira, 28 de maio de 2014

finish line

Doce sensação de que acabei o 12ºano, hmmm tão bom!
Exames, não me desiludam, siga!

terça-feira, 27 de maio de 2014

one last effort

Amanhã tudo acaba. Vá lá Joana, um último esforço! Não vais desistir agora, certo?

terça-feira, 13 de maio de 2014

rumor has it

Oficialmente odeio rumores.
Até podemos desgostar de algo, e como odiar é um termo muito forte, dizemos simplesmente que não gostamos, mas digo sem papas na língua para quem quiser ouvir (vá ler, neste caso) eu ODEIO rumores.
Hoje atentaram ao que de mais precioso tenho na vida: a minha família.
Com a revolta com que estou, a vontade é de indelicadamente os mandar oferecer o traseiro para a esquina mais próxima. Como sou bem educada mando-os preocuparem-se com a SUA vida.
A nossa está bem obrigada!

domingo, 13 de abril de 2014

o que é que sentes? borboletas






Quase todos os dias. Quando me abraças. Quando dás beijinhos na bochecha. Quando me dizes coisas fofinhas. Porque és tu. Sempre foste tu, eu é que não o via. Obrigada por existires <3

domingo, 9 de março de 2014

dtr - define the relationship

Estou confusa se o quero ou não fazer.
Acho que vou deixar andar, o que tiver que ser, será

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

i... i... i dont know

Deixas-me assim, confusa.
Queres sem querer ou nem querer queres?
Sinceramente nem sei como ler o teu olhar, ou entender o teu falar.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

my shorty


Nunca mais me pregues um susto destes!
Chorei por ti como não choraria por muita gente.
És parte de mim, bicho <3

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

paradox







Engraçado como és tudo sem seres nada.
Longe não penso em ti, mas perto deixas-me sem pensar.
Quanto mais tempo vais ter este efeito sobre mim?
"O que é que sentes? Borboletas", de vez em quando.

sábado, 4 de janeiro de 2014

it will not change




Mas mudou. Ambos prometemos que nada ia mudar, mas mudou.
Que se passa conosco, podes-me dizer? 
Estamos... adoráveis. É engraçado este teu lado.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

last stupid thing of the year



"It's 5 o'clock in the morning, and I want ya
And you want me, don't ya?"
Engraçado como por vezes, sem querer, a música de fundo se adequa a cada situação como se a nossa vida, tal como nos filmes, possuísse uma banda sonora só nossa.
Já percebi que coincidências contigo são algo comum, por muito que não perceba o porquê, e como tal esta foi só mais uma. Certo?
Nada sério, algo de uma vez. Duas. Três. Sempre fomos do contra.
Apesar de seres inconstante, se é que isto existe, e tão incerto como uma maré ou o próprio vento, disseste das coisas que mais quis ouvir, e foste estupidamente querido.
Foste um bom aparte na minha vida, e agora há que voltar à realidade certo? Afinal foi só a última estupidez do ano passado, que só por si já foi estúpido para ambos.